| Acre entra no debate do pré-sal e opina sobre royalties da discórdia |
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Fernando Melo quer ouvir, em Brasília, o governador Arnóbio
Binho Marques e a bancada federal.
Estados não-produtores entram na disputa DA ASSESSORIA (*)
Indagado a
respeito das possíveis vantagens econômicas para o Acre, Melo afirmou:
– Não sabemos
ainda o que isso pode representar de dinheiro novo para nosso Estado. Sabemos,
sim, que se trata de uma enorme reserva de petróleo que vai transformar o
Brasil num país exportador.
Segundo o
coordenador da bancada, com a decisão do governo de dividir o dinheiro
arrecadado entre os estados produtores e não-produtores, os parlamentares
acreanos “devem se unir nesse debate e em favor de uma distribuição justa”.
Pobreza
acreana
O que seria
essa distribuição justa? Ele responde:
– Por esse
meio, os estados não-produtores serão também beneficiados e com esses recursos
novos poderão reduzir as desigualdades sociais e a pobreza, que ainda é grande
no estado. Para Melo é possível “nivelar as informações e municiar todos os parlamentares de argumentos suficientes para defender mais recursos para o Acre”.
A
MP 470/09 autoriza a União a transferir à Caixa Econômica Federal R$ 6 bilhões em
títulos públicos e precisa ser votada antes dos projetos. Em sessões
extraordinárias, os deputados poderão votar a PEC dos Cartórios (471/05), se
houver acordo entre os líderes.
Depois de vetar artigos sobre esse tema incluídos pelo Parlamento em outras MPs (460/09 e 462/09), o governo propôs que os empresários parcelem os débitos até 30 de novembro de 2009, com reduções de 90% ou 100% das multas e juros.
FM mobiliza bancada para participar do debate
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