| Frente Parlamentar ouve a CNC para melhorar aduana |
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Com Benedicto Moreira e Ernane Galvêas, na sede da CNC /ASSESSORIA
RIO DE
JANEIRO – A Frente Parlamentar de Modernização da Aduana deu mais um passo para
tornar competitivas as exportações brasileiras. Reunido quinta-feira durante
duas horas no Rio de Janeiro com a direção da Confederação Nacional do Comércio
(CNC) e o Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal
(Sindireceita), o presidente da frente, deputado Fernando Melo, buscou
subsídios para diminuir a morosidade nas unidades aduaneiras no País – ao todo,
mais de 70.
Além dele,
participaram da reunião o consultor econômico da CNC, ex-ministro da Fazenda
Ernane Galvêas; o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil,
Benedicto Moreira; o presidente da Federação Nacional dos Despachantes
Aduaneiros (Feaduaneiros), Daniel Mansano; o assessor jurídico dessa entidade,
Domingos de Torre; e a diretora parlamentar do Sindireceita, Sílvia Helena de
Alencar Felismino.
Galvêas
cumprimentou Fernando Melo pela disposição de ouvir a CNC, dizendo-lhe que a
frente está no caminho certo. "É também uma iniciativa inovadora o fato de
o Sindireceita coletar opiniões e estudos sobre o setor", comentou. O
deputado foi informado pela Feaduaneiros a respeito de um evento entre os dias
21 e 24 deste mês, para debater o funcionamento da aduana nos países do
Mercosul e na Europa. Trabalho constante
Na semana
passada, a frente se reuniu em Curitiba com representantes do Sindireceita e da
Federação do Comércio do Estado do Paraná, para identificar gargalhos no fisco
e o potencial arrecadador da Receita Federal. A reunião desta quinta-feira
evoluiu para temas que dominam o cotidiano da Secretaria da Receita Federal
Brasileira, entre os quais, pirataria de produtos, descaminho e contrabando de
cargas, imigrações e narcotráfico.
Novas
reuniões estão previstas, anunciou Sílvia Felismino. "Queremos estabelecer um consenso entre
poderes públicos e a iniciativa privada com vistas à melhoria dos serviços
aduaneiros em geral, mas evitaremos que se adotem normas legislativas que
possam infringir leis internacionais", observou.
Na reunião, a
frente e o Sindireceita tomaram conhecimento dos resultados do Fórum Nacional
organizado pelo Instituto Nacional de Altos Estudos, que abordou: a estrutura
da demanda mundial e a posição do Brasil; o conceito de manufaturados nas
estatísticas de comércio exterior do governo; a meta a ser alcançada diante da
demanda mundial ; a identificação das barreiras externas, via protecionismo,
com ou sem crise mundial; e as barreiras internas à produção e à exportação a
serem superadas. |